Sucesso do tratamento
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Figura 1.Sucesso de tratamento com DRAXXIN estudo clínico realizado no Brasil.![]() |
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| Cultura e isolamento de agentes patogênicos. Resultados do isolamento microbiológico de 250 suínos não medicados encontrados em seis locais de estudo são de um estudo realizado nos EUA. Resultados microbiológicos apóiam etiologias bacterianas múltiplas em surtos de doença respiratória aguda. Figura 2. Patógenos isolados em seis estudos clínicos. ![]() *DRAXXIN* não é aprovado para o tratamento de Streptococcus suis e a eficácia contra este patógeno nao foi demonstrada nesse estudo |
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Ação extra prolongada de DRAXXIN*
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Figura 3. Ação prolongada do DRAXXIN*![]() Temperatura retal > 40ºC e com sinais clínicos de problemas respiratórios |
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| DRAXXIN* alcança níveis máximos de concentração plasmática em apenas 15 minutos O comportamento farmacocinético de DRAXXIN* em suínos foi investigado em dois estudos. O primeiro estudo avaliou as concentrações plasmáticas da droga após a administração endovenosa e intramuscular de DRAXXIN* em suínos saudáveis.
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Figura 4. Concentrações plasmáticas da droga após administração endovenosa* e intramuscular.![]() *Via de administração não aprovada |
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| DRAXXIN* se move rapidamente em direção aos pulmões, onde se localizam os agentes bacterianos causadores dos problemas respiratórios Um segundo estudo farmacocinético avaliou as concentrações da droga no plasma e pulmões após administração intramuscular de DRAXXIN em suínos saudáveis.
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Figura 5. Perfis farmacocinéticos comparativos dos estudos de concentração do plasma e dos pulmões.![]() Relevância clínica dos dados não estabelecida |
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| Estudo comparativo plasma/pulmões A Tabela 1 resume os resultados do estudo comparativo entre o plasma e os pulmões.
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Tabela 1: Farmacocinética do DRAXXIN* no plasma e pulmões de suínos após administração intramuscular a uma dose de 2,5 mg/kg de peso corpóreo. ![]() |
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Metabolismo e eliminação
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Figura 6. Eliminação de DRAXXIN* de suínos. ![]() |
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Acúmulo nas células Pesquisa recente indica que o acúmulo de DRAXXIN* em células do sistema imunológico é uma poderosa característica da droga. A droga se acumula nos macrófagos alveolares e neutrófilos e é depois liberada lentamente de tais células nos locais de infecção bacteriana. Resultados do estudo (Figura 7) demonstram que o acúmulo da droga em neutrófilos e macrófagos alveolares foi significativamente (P < 0.03) maior para DRAXXIN quando comparado ao controle eritromicina, com proporções intracelulares/extracelulares aproximadamente 6 e 4 vezes maior para a tulatromicina, respectivamente. |
Figura 7. Acúmulo de tulatromicina em células do sistema imunológico.![]() |
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